Novo espaço

07 24,08 by

Pois então, caros usuários…

Este espaço agora cede a vez para um novo ambiente. Os jornalistas que o mantinham atualmente escrevem para o site www.opperaa.com.

Lá, o foco é em cultura na internet, e temáticas mais amplas…

Acesse e apriveite!

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iPhone vira alvo de protestos do Greenpeace

10 15,07 by

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Para organização ambiental, Apple falhou ao não investir em componentes ‘verdes’. Steve Jobs foi chamado de ‘hipócrita’ por prometer uma Apple mais verde e não cumprir.

Do G1, em São Paulo
 
A onda verde em volta da Apple não durou muito tempo. Apenas três dias após a companhia ter utilizado a página inicial de seu site para se proclamar “explodindo de orgulho” pelo Prêmio Nobel da Paz recebido por Al Gore, membro do grupo de diretores da empresa, a organização de defesa do meio ambiente Greepeace posicionou um ataque contra Steve Jobs por falhar em tornar seu telefone celular, o iPhone, tão ‘verde’ quanto seus concorrentes.

Em um vídeo postado no YouTube, a organização caracteriza Jobs como um hipócrita por prometer uma “Apple mais verde” mas falhando em tomar os passos básicos que empresas como Nokia e Sony Eriksson realizaram para ganhar uma classificação mais alta no Guia do Greenpeace para Eletrônicos Mais Verdes.

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Sony Reader: vantagens e desvantagens

09 16,07 by

Se a música tem o iPod e o vídeo tem o Youtube, os livros ficaram muito tempo órfãos de mecanismos digitais para leitura portátil. Os livros eletrônicos para download foram uma moda que não pegou. Pelo menos até agora.

A Sony está lançando o primeiro leitor de e-books. O dispositivo portátil possui o tamanho de um livro, mas com apenas um centímetro de espessura. Por US$ 350 você pode adquirí-lo no site da Sony e ler até 7,5 mil páginas em um monitor LCD monocromático, tecnologia da E Ink Corp. Diferente de qualquer outro item no mercado, o Sony Reader não mostra “profundidade” e parece um papel cinza com texto. 

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O mundo virtual não aceita latifúndios

09 05,07 by

Aprenda a usar a “cuca” se você quiser chegar a algum lugar

Bem, eu estava realmente decidido a utilizar este nobre espaço para dar continuidade à discussão (já iniciada na semana passada) sobre a arquitetura e disposição de informações em ambiente digitais. Seria algo mais burocrático – e até mesmo didático – mas um episódio me fez mudar de idéia, pelo menos por hora.

Assistindo a uma aula com dois grandes nomes do jornalismo cultural mineiro, acompanhei o relato de experiências profissionais de várias décadas. Reportando aos alunos acontecimentos históricos como a diagramação dos jornais na era dos fotolitos e “bricolagens” em cartolinas, a nobre função dos copydesks (entre os quais era possível encontrar médicos, engenheiros e outras profissões de grande renome para a época), ficávamos todos muito curiosos a respeito de um tempo.

Dando prosseguimento ao discurso, os professores abordaram o tema da informatização das redações. Claro, manifestaram-se a favor do sem número de profissionais que foram demitidos em função deste acontecimento.

Não me leve a mal, mas tive de discordar. Continue lendo »

Arquitetura da informação, ou como não se perder na internet

08 24,07 by

Reportagem recente de um jornal da capital mineira divulgou dados de pesquisas da EMC Corporation (empresa norte-americana de pesquisa de armazenamento e gerenciamento de dados), em que apontam o total de informações digitais produzidas no ano de 2006 como 3 milhões de vezes mais informações contidas em todos os livros até hoje publicados.

Para complicar ainda mais: estas informações digitais equivalem a 12 pilhas de 150 milhões de km, ou, uma viagem entre a terra e o sol. A marca é, obviamente, expressiva. Com tais números não resta dúvida de que estamos vivendo na era da informação. Mas o que as pesquisas não apontaram, foi o conteúdo – e a estruturação – dos dados no ambiente digital.

A arquitetura da informação no mundo digital deveria obedecer à lógica inerente ao meio. Mecanismos de indexação, por exemplo, deveriam facilitar o acesso do usuário às respostas desejadas sem que este tenha de perder um longo tempo navegando a esmo. Mas isto não acontece. Tudo bem que o Google tenta ordenar as informações para buscas mais rápidas e objetivas. Mas isto é apenas o primeiro passo. O que pode ser um grande incômodo na estruturação das informações on-line aparece justamente a partir daí. Não adianta termos uma quantia exorbitante de dados, se não temos o acesso facilitado nem a um terço deles (para ser otimista). A partir de agora, dê uma olhada nos sites em que navega. Se demorar mais de 10 segundos tentando encontrar a seção na qual estará o que procura, saiba, você tem um problema de Arquitetura da Informação.

O problema se dá, talvez, por ainda não termos bem claro qual o papel do profissional responsável pela estruturação da informação no processo de elaboração de um website. O Arquiteto da Informação ainda ocupa espaço “secundário” na criação do conteúdo digital. Nem mesmo as empresas de desenvolvimento de websites têm consciência de sua importância.

Portanto, creio ser dever do usuário apontar falhas da estruturação da informação. Experimente enviar um e-mail para os sites em que você navega mais comumente, questionando porque não organizar os dados de maneira mais clara. Quem sabe assim não temos 150 milhões de km de informações desorganizadas.

Entrevista exclusiva com Marina Lima

08 24,07 by

A galera do Binóculo tá dando um super show de bola. Confira o bate-papo da repórter Brisa Marques com Marina Lima, quando veio a Belo Horizonte para a turnê de seu novo trabalho, “Topo Todas Tour”.

O Binóculo sai em O Tempo

08 17,07 by

Matéria sobre o site O Binóculo saiu no caderno Blog de Papel do jornal O Tempo desta Quinta-feira. Vale a pena ler e acessar esse site tão bacana, do nosso amigo Rodrigo Saturnino.

Tecnologias móveis, ou como se encontrar física e culturalmente

08 10,07 by

Uma nova sensibilidade espacial. Você possivelmente já se encontrou na seguinte situação: indo para casa de um amigo, em algum local desconhecido, quando de repente pensou estar perdido. Rapidamente usou seu celular para que, após uma breve ligação, indicassem o caminho correto para se chegar ao ponto desejado.

O professor da UFBA, André Lemos é hoje um dos principais nomes dos estudos em Cibercultura do país. Em seu artigo Ciberespaço e Tecnologias Móveis – Processo de Territorialização e Desterritorialização, aborda o tema dos espaços – físicos e digitais – de maneira esclarecedora. Segundo ele, de fato há a efetivação da fuga/busca de um espaço a partir da utilização dos novos dispositivos de comunicação telemática (celulares, computadores etc), entretanto, o processo leva a uma reconfiguração, criando novos paradigmas espaciais. Aqui vale ressaltar que a compreensão da palavra Território não esta necessariamente ligada à idéia de espaço físico.

Exemplo: imagine um indivíduo que há alguns anos, antes de ter acesso à internet, freqüentava constantemente lojas de disco e shows no cenário alternativo de sua cidade. Nestes “territórios”, trocava informações sobre bandas novas e material fonográfico. Posteriormente, com a ampla utilização da internet, ele passa a buscar materiais e informações em ambientes digitais. A partir daí, percebemos um processo de des-re-territorialização. Embora encontre as mesmas fontes antes buscadas, agora, no território digital, ele tem o acréscimo de outros fatores. Facilidade e instantaneidade estão entre alguns pontos chaves.

Claro, isso não é nenhuma novidade, mas se pensarmos do ponto de vista macro…

Heiddeger já afirmava sobre a mobilidade da cultura: “habitar para construir”. A construção está presente, mas reconfigurada. Territórios digitais aglomeram um sem número de usuários em torno de idéias. A mobilidade territorial se torna ainda mais presente na sociedade em rede. Agora, mais que nunca, o individuo não limita seu território a aspectos físicos, políticos ou de quaisquer naturezas. O usuário se torna, ao mesmo tempo, porta-voz de idéias, e receptor. O espaço-público, percebido em blogs, sites de opinião, programas p2p, volta à tona e torna-se o principal território político da web.

É inevitável que, com o avanço das tecnologias de comunicação móveis (veja o iPhone) tenhamos novas fronteiras e novos desafios. A web, já presente nestes dispositivos, ganhará características nômades. Qualquer individuo, num futuro não muito distante, estará apto a acessá-la onde quer que esteja. Assim, institucionalizaremos, de uma vez por todas, a mobilidade cultural (através das trocas simbólicas) independentes de fronteiras nacionais e políticas de protecionismo.

Texto publicado na coluna Hipertexto, do jornal O Binóculo.

Desigualdade via web

08 08,07 by

Estudo elaborado pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Américana (Ritla), em conjunto com o Ministério da Educação e o Instituto Sangari, afirma que o atual quadro de disparidades regionais  e sociais do acesso à Internet no Brasil pode se agravar no futuro se o Estado não intervir para diminuí-las. Os mais de 100 programas brasileiros de promoção à inclusão digital seriam insuficientes para superar tão amplas igualdades.  E detalhe: todos estes programas são governamentais. Recentemente, foram anunciados investimentos de 400 milhões de dólares até 2010 para levar laboratórios de informática à 130 mil escolas públicas.  E tanto esforço não é a toa. Nos estados mais pobres, como Alagoas, apenas um percentual de 0,5% da população negra tem acesso à Web, enquanto 77% dos brancos do Distrito Federal acessa a Internet. É o espaço virtual reproduzindo as desigualdades do país.

Internet no ares

08 02,07 by

A gigante da aviação American Airlines será pioneira ao iniciar, em 2008, testes para o fornecimento de internet em vôos comerciais. A aeronave escolhida para ser a primeira é o Boeing 767-200, que faz rotas entre continentes.

O equipamento necessário para a implementação da internet em aeronaves custará cerca de U$$ 100 mil por avião. A empresa responsável será a AirCell, que atua no mercado como fornecedora de sistemas de comunicação para aviões.

Embora a iniciativa não seja totalmente inovadora – a própria Boeing fornecia acesso via satélite – o recurso atual fornecerá a conexão baseada nas tecnologias de telefonia móvel, sendo muito mais simples e barato.